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7.27.2011

Da Cultura Pop




A publicidade, a boa publicidade, emerge da cultura pop e dela cria material que entra na nossa vida. Do "tou xim?" ao "tens um jipe", do "podia mas não era a mesma coisa", do Cristiano no BES ou das "Meninas da TV Cabo", são vários os exemplos que podia citar de marcas e/ou campanhas que conseguiram o seu lugar no mais importante lugar (não Cannes): o coração das pessoas.

Sendo a nossa Indústria muito pouco científica (e ainda bem) e sendo ainda mais difícil reduzir o risco dos nossos clientes (por mais que tentemos) resta-nos olhar para quem arrisca e formular uma opinião baseada em resultados (outra tarefa ainda mais difícil num país onde temos ainda muita resistência em partilhar informação e resultados).

Quando é que a estratégia deverá ser revista para incorporar um fenómeno-do-tipo-fósforo (menções óbvias acima, Futre e Hélio)? Quando é que o risco de integrarmos fenómenos a vulso põe em causa o ADN das marcas? O Hélio assiste Meo e os gatos aprovam? O Futre bebe Licor Beirão?

Por outro lado, quando é que temos de deixar de ser Velhos do Restelo e testamos coisas novas e quebramos as regras? Quando é que deixamos de ser risk-adverse e passamos a ser visionários de coração?

Para as marcas (e pessoas): quanto valem os 15 minutos warholianos X estratégia de marca?

"É retórica"- eu sei, "É demagogia!" - poderia eu acrescentar. Mas vale a pena pensar nisso neste fórum.

Ou, num mundo cada vez mais rápido, a malta tem memória curta e é indiferente?

7.25.2011

10 milhões fazem check-in no 4sq




1o milhões de pessoas no 4sq - uma infografia que ajuda a perceber um bocadinho de como e para quê se utiliza (mais uma) rede social de geo-localização. Ver o resto aqui.

7.11.2011

"Provision Shop"



Eis um exemplo de uma utilização interesante do conceito de “social shopping”: a marca de retalho Zha Huo Dian em Singapura está a utilizar uma aplicação no Facebook, através da qual é auferido o potencial de vendas/interesse de novos produtos por parte dos clientes.

Deste modo o risco de acumular stocks com produtos pouco vendáveis pode ser diminuído (acham eles).

6.21.2011

The # marks the spot




Muito interessante este artigo da Fast Company sobre a economia do #hashtag e a dinâmica social e sociológica do twitter.

5.10.2011

Generation S




via CC

4.07.2011

Keep Calm & Keep Shopping


via psfk

4.04.2011

Mais perto do que é importante

A minha última contenda com uma das nossas operadoras móveis pôs-me a pensar na abordagem criativa da comunicação das ditas marcas. Já sabemos que o mercado é maduro, que os consumidores já não precisam de saber como funciona um telefone, já sabemos que as marcas são uma plataforma facilitadora de experiências e benefícios intangíveis emocionais que ultrapassam qualquer combinação possível de fios, bateriais e capas de de plástico para proteger os nossos telefones, os nossos emails, o nosso facebook e a nossa alma. E um dia o telefone avaria. E começa o drama. "De que é que é que precisas"? J - Preciso que me arranjem o blackberry. Vários dias e uma queixa no livro de reclamações depois, devolvem-me o telefone em 24h("Power to You" - yeah!). Menos de 24h depois deixa de funcionar novamente. Senti-me desiludida, como quando descubrimos que o Pai Natal, afinal, não existe. Uma semana depois ainda aguardo, depois da dita operadora ter vindo recolher o meu, já pálido telefone, e sugerido substituí-lo por um modelo com uns bons 10 anos, um carregador que não funciona nas tomadas portuguesas ("Power to You" - yeah!) e uma password que ninguém, incluindo o apoio ao cliente da operadora, sabia o que impossibilitou sequer, conseguir pôr o telefone a funcionar. A esta altura eu disse "Até já!" e continuei com o meu deficitário bb. Da próxima vez que vir aqueles filmes lindos de conceito, da próxima vez que me quiserem tentar convencer que aquela marca tem muito mais onda do que a outra, eu vou-me lembrar que durante semanas fui muito criativa a escrever emails e sms sem a letra E e/ou a letra R, simplesmente porque não funcionavam. E vou-me lembrar que o serviço ao cliente é ainda um proof point importantíssimo para que tenhamos confiança na nossa operadora. Para que sejamos fiéis, para que a marca possa não só ser líder no seu segmento como uma Super Brand, ou melhor, uma Love Brand. Fazem tudo para nos seduzir e depois, quando aparece o primeiro problema, somos abandonados na beira da estrada. Na batalha dos pontos pela quota de mercado e quando o parque de terminais é agora composto por micro-computadores, as operadoras deveriam proteger-se contra os problemas que as marcas de fabricante podem significar. "Até já."

3.28.2011

Banha de Cobra

Na psfk de hoje, um novo serviço, Cloud Girlfriend de seu nome, oferece a hipótese, a homens e mulheres, de terem uma namorada virtual que irá demonstrar o seu afecto na rede social de preferência.

Qual Mark Zuckenberg que, como reza a história, queria era ser popular, parece que estes senhores querem fazer dinheiro com base na inépcia das capacidade de relacionamento, oferecendo uma solução virtual para questões reais. Tipo Dollhouse versão low cost.

A parte mais interessante disto tudo aqui.

3.02.2011

Poupa com a Pepsi (ide e reportai no facebook)


Brand Utility
Colaborative Content
Share
Broadcast
Lifestyle statement
Crisis Context
Happynomics
(mais algum jargão??)

A Pepsi lançou uma campanha com a Time Out, 101 Ideas Low Cost para curtir a cidade de Lisboa. Agora tem uma app no Facebook, que, à semelhança do Nike True City vive da inteligência colaborativa dos insiders de cada cidade. Uma óptima maneira dos Lisboetas usufruirem de Lisboa e antecipo já uma versão em inglês para os estrangeiros.

Refresh Everything, even your city.

2.22.2011

Up Your Game

Na comemoração dos 21 anos da phd UK, a agência de media inglesa, lança o desafio à Indústria para se preparar para o futuro dos seus consumidores, deixando a sua visão sobre o assunto.





via

1.04.2011

Para mais tarde recordar


Facebook acolhe 750 milhões de fotos no Ano Novo

11.30.2010

Will we?


emptytheweb.com?

10.22.2010

O pior pecada do publicitário não é o ego mas sim a miopia

Interessante artigo da Ad Age sobre a miopia dos profissionais publicitários (transversal aos cargos) que resume 8 ideias pré-concebidas sobre os consumidores americanos:

1. Everyone has an iPad
2. Everyone is on Facebook
3. Everyone eats organic food
4. Everyone makes six-figures income
5. Green is the new black
6. No one in middle America is having sex
7. No one I know would be caught dead at walmart unless they are picthing the account
8. Everyone is on twitter

Mad Ave's Myopia When It Comes to Main Street

9.17.2010

O cliente (não) tem sempre razão


A filosofia do "cliente tem sempre razão" é publicamente posta em causa pelo Eataly (food concept store) em NYC. Em termos absolutos, aplica-se a muita coisa não é?

via psfk

8.09.2010

Social Currency

"As we look at the activities of young Chinese online, and in particular their habits when using Social Networking Sites, it is quite apparent that photographs form the primary means of social currency." (pskf)

(onde se lê Chinese ler todos os países que utilizam as redes sociais)

Este artigo enfoca-se na juventude chinesa e tailandesa e na forma como as miúdas usam o photoshop para manipularem a sua persona online (enquanto não recorrem a tratamentos estéticos offline), mas deu-me que pensar em termos antropológicos.

A ideia de Social Currency serem as fotografias que comprovam o grau de beleza e coolness das pessoas que constroem a sua vida é genial, por ser tão verdadeira e simples ao mesmo tempo. De facto, fazemos albúns das nossas viagens, das nossas festas, da alegria no trabalho, tagamo-nos e descrevemos a situação com todos os detalhes possíveis (e destagamos as fotos que potencialmente podem baixar o ranking da nossa auto estima).

Segundo uma fonte nada credível, são colocadas 964 fotos POR SEGUNDO no facebook. Mas há toda uma etiqueta dedicada à coisa. Descobri também que uma pessoa que tem mais fotos suas do que do "mundo" é chamado de facebook photo whore. (onde há "currency" tinha de haver "whore")

Há ainda formas de aumentar a nossa Social Currency (aka grau de fixeza), com a contínua integração e utilização dos terminais móveis e da net móvel:

> photo uploaded via Facebook for BlackBerry/iPhone/insira nome do gadget da moda.

(nota: dos 500 milhões, há 150 milhões de mobile facebookers)

O insight é fabuloso.
Eu vou só ali vender isto à Kodak/Polaroid/iPhone/BlackBerry e já volto.

7.07.2010

O desencantamento do "novo consumidor"



Provavelmente não é novidade. As pistas têm estado à nossa volta e o senso comum acompanhado de algumas macro-tendências têm-nos igualmente ajudado a descodificar a realidade.

De qualquer das maneiras aqui ficam alguns dados empíricos condensados no novo livro publicado pelo Andrew Bennet (Arnold Worldwide) e pela Ann O'Reilly (Euro RSCG Worldwide), que estão igualmente disponíveis neste blog:

:: 63% dos inquiridos afirmam serem consumidores mais exigentes do que no passado.
:: 79% dos inquiridos lêem "reviews online", procuram feedback de outros consumidores antes de fazerem certo tipo de compras.
:: 57% dos inquiridos confiam mais na opinião de outros consumidores do que na opinião dos "experts".
:: 54% dos inquiridos sentem-se mais ansiosos com o futuro do que se sentiam anteriormente.
:: 58% dos inquiridos acreditam que a sociedade está a caminhar na direcção errada.
:: 59% dos inquiridos mostram-se preocupados com o facto de estarmos cada vez mais desligados da natureza.
:: 43% dos inquiridos sentem que não têm suficientes amizades sólidas e próximas.
:: 80% dos inquiridos sentem que é muito importante ter uma refeição por dia em conjunto com a família.


Em suma, o consumidor actual Ocidental está mais atento e mais cínico.


Amostra: 5.700 adultos - Brasil, China, França, Japão, Holanda, Reino Unido, EUA.

5.10.2010

Economia dos 3F's

2.26.2010

Geração "Next"



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