O relatório KPCB Internet Trends 2013 também conhecido como o "Relatório Mary Meeker".
"49% of parents ask their kids, also know as CTOs (Chief Technology Officers), for their advice on which phone to buy."
via The Future Lab
Entre tudo o que se cruza connosco e que nos alimenta, a Lowe escolheu as ideias que andam mais à frente e fez a Radar.
#ideias para criar produtos
#produtos para gerar ideias
#Clipping
#insights
#blogs, tumblrs e youtubes
A Radar serve para isto tudo: para partilhar o melhor dos nossos googles, dos nossos mails e dos nossos neurónios.
Para ver o número 9:
http://www.slideshare.net/loweativism/radar9
Podem ver os outros números:
http://www.slideshare.net/loweativism/

Será este o futuro do spot de 30": tornar-se num teaser ou trailer para experiências interactivas a ocorrer num outro ecrã? Estaremos a passar do "Awereness-Interest ..." para o "Awareness-Interaction ..."?
"In the future, no television advertisement will be just self-contained narratives designed to entertain, inform, educate or remind consumers about products. Their role isn't going to be about building brand recall, favorability and awareness in that moment alone. They will be trailers into deeper branded digital experiences."
- "TV Ads' New Digital Role", Harvard Business Review
Porque as roupas fazem o homem ...


via
Ironicamente o Sunday Times revela-nos hoje que foram as suas camisas de seda, espalhadas pelo chão, que chamaram a atenção dos rebeldes para o esconderijo.
Dados Google. Óptimo para citações e apresentações
(complementar com os célebres videos da Mary Meeker)
PS:: acho que faltou apenas referir neste "movimento", o facto de os telemóveis se estarem a transformar em "digital wallets" através de QR codes ou da tecnologia NFC.
(Ver o exemplo de sucesso da Starbucks).
Isto dava um boa metáfora publicitária:
"Connosco não precisa de fazer equilibrismos financeiros".

via psfk
A minha última contenda com uma das nossas operadoras móveis pôs-me a pensar na abordagem criativa da comunicação das ditas marcas. Já sabemos que o mercado é maduro, que os consumidores já não precisam de saber como funciona um telefone, já sabemos que as marcas são uma plataforma facilitadora de experiências e benefícios intangíveis emocionais que ultrapassam qualquer combinação possível de fios, bateriais e capas de de plástico para proteger os nossos telefones, os nossos emails, o nosso facebook e a nossa alma. E um dia o telefone avaria. E começa o drama. "De que é que é que precisas"? J - Preciso que me arranjem o blackberry. Vários dias e uma queixa no livro de reclamações depois, devolvem-me o telefone em 24h("Power to You" - yeah!). Menos de 24h depois deixa de funcionar novamente. Senti-me desiludida, como quando descubrimos que o Pai Natal, afinal, não existe. Uma semana depois ainda aguardo, depois da dita operadora ter vindo recolher o meu, já pálido telefone, e sugerido substituí-lo por um modelo com uns bons 10 anos, um carregador que não funciona nas tomadas portuguesas ("Power to You" - yeah!) e uma password que ninguém, incluindo o apoio ao cliente da operadora, sabia o que impossibilitou sequer, conseguir pôr o telefone a funcionar. A esta altura eu disse "Até já!" e continuei com o meu deficitário bb. Da próxima vez que vir aqueles filmes lindos de conceito, da próxima vez que me quiserem tentar convencer que aquela marca tem muito mais onda do que a outra, eu vou-me lembrar que durante semanas fui muito criativa a escrever emails e sms sem a letra E e/ou a letra R, simplesmente porque não funcionavam. E vou-me lembrar que o serviço ao cliente é ainda um proof point importantíssimo para que tenhamos confiança na nossa operadora. Para que sejamos fiéis, para que a marca possa não só ser líder no seu segmento como uma Super Brand, ou melhor, uma Love Brand. Fazem tudo para nos seduzir e depois, quando aparece o primeiro problema, somos abandonados na beira da estrada. Na batalha dos pontos pela quota de mercado e quando o parque de terminais é agora composto por micro-computadores, as operadoras deveriam proteger-se contra os problemas que as marcas de fabricante podem significar. "Até já."

:: Em 2010 foram vistos mais de 700 biliões de videos no YouTube.
:: Em 2014 a internet móvel vai suplantar a internet "fixa".
:: Em 2010 foram produzidos mais de 25 biliões de tweets no Twitter.
:: Existem 48 milhões de pessoas no mundo com telemóvel, mas sem electricidade em casa.
:: 52% das pessoas utilizam a internet para procurar uma marca depois de terem visto um anúncio da mesma.
:: 73% dos consumidores preferem usar o seu smartphone do que obter informações directamente dos empregados das lojas.
via "Think Quartely"