"Planners Are Creatives That Just
Like Big Words"
Via
8.05.2010
7.06.2010
A curiosidade salvou o planner
Já tinha postado aqui um dos filmes da série da PSFK "Skills Of The Rockstar Planner" mas agora fica aqui a listagem completa dos mini-filmes/capacidades core dos planners.
Eu concordo com estas e diria algumas palavras chave (que estão também nos mini-filmes): agregar, traduzir e inspirar.
1) Intuitive Problem Solving
2) Communicating Ideas
3) Insatiable Curiosity
4) Understanding The Human Condition
7.01.2010
12.21.2009
O advento das marcas brancas

Sobre o poder dos retalhistas e o advento das "marcas brancas":
"Private label is today by far the best way to differentiate one retailer from another and it is clearly much more important for retailers to differentiate themselves from each other than from brands."
-- Lars Thomassen, Private Label
12.07.2009
"Planeamento. Hã?" Outra vez
O CHMKT publicou um post sobre a palestra interessantíssima do Ken Fujioka na Conferência do "GP - Grupo de Planejamento 09".
No mesmo o Ken (head of planning da JWT Brasil) falou sobre o debate do papel do planeamento e as suas fronteiras com a criação. Vale a pena ler e ruminar sobre ela, aqui.
Eu no entanto confesso que tenha alguma dificuldade em compreender as discusões metafísicas sobre o papel e função do planner nos dias de hoje, apesar da pedagogia e iluminação inerente ao exercício. Será que nos tornámos em consultores de gestão da McKinsey?
Amigos planeadores, um conselho: Just do it ou Make it happen :)
11.30.2009
"Eating the Big Fish": uma década depois

Há livros que são autênticos clássicos e que marcam a nossa maneira de pensar e trabalhar marcas.
Do "Disruption" ao "Truth, Lies and Advertising", "Under the Radar", "Strategic Advertising", "Hey, Whipple, Squeeze This" etc.
Mas existe um livro escrito há mais de uma década que vale a pena reler e revisitar, pelos seus valiosos insights e relevância actual, esse livro é o "Eating the Big Fish" do Adam Morgan, ex-planeador (TBWA\Londres) que observou e sistematizou os "8 Credos" das chamadas "marcas challenger".
Ficam aqui os 12 tipos de marcas desafiadoras existentes, que vivem além da estereotipada imagem do "David VS Golias".
11.19.2009
"Emociono-me, logo reajo"
[Fonte: Millwardbrown "Should My Advertising Stimulate an Emotional Response?"]
10.28.2009
Planeamento ad-hoc
"The clients are looking for the wrong things in planning, rather than the good things. They're looking for the post-rationalization of power point charts, rather than the brilliant piece of inspiration that helps them with the business forward."
- Gareth Kay, Goodby & Siverstein in PSFK "Spur"
10.19.2009
9.24.2009
Retalhos

Com as lojas Discount a "piscarem o olho" aos clientes dos Hipers com algumas gamas premium que apostam na qualidade; com os Hipers a apostarem em gamas low price; com toda a gente a gritar que é "o mais barato", o que sobra então?
Como é que as marcas de retalho alimentar se irão posicionar e diferenciar umas das outras a médio e longo-prazo? Será pelo espaço e experiência de compra no ponto de venda? Serão pelos serviços e conveniência? Será pelo branding e comunicação da marca?
9.17.2009
Tirania do "Me-too"

"Advertising begins and ends with people and behaviour (...) But it's hard to craft effective advertising when you're talking to people the same way everyone else is."
- Angus Gastle, Leo Burnett
A lógica tem destas coisas. Se queremos fugir da tirania da paridade e do "me-too" porque será que a maior parte das Marcas tende a refugiar-se (sempre) nas convenções de marketing e comunicação da sua categoria!? E não me digam que é por uma questão de risco ou de replicar as fórmulas já conhecidas e testadas.
Quem não arrisca não petisca. Ou como diria o Sr. Albert Einstein: “The definition of insanity is doing the same thing over and over again and expecting different results”.
Lógica da batata, portanto.
9.14.2009
Zack, o período, as dúvidas e Tampax

"Zack Johnson" - Uma estratégia integrada inteligente da P&G.
8.28.2009
Disconectividade criativa

O Público desafiou a jornalista Isabel Coutinho a ficar "desligada" do mundo, sem telemóvel e sem acesso à net, durante uma semana.
O objectivo era ver o quão dependentes nós estamos das novas tecnologias de comunicação e informação e como nos amanharíamos sem elas para fazer o nosso tabalho no dia-a-dia.
E nós (pergunta de retórica) - sem o YouTube, a Creativity online, o AdForum, o Slideshare, o Wikipedia, o Google et cetera - seríamos capaz de melhor resolver os desafios e briefings das nossas marcas?
Há 4 décadas atrás os Bernbach, os Ogilvy, os Burnett e C.ª resolvíam-nos com muita folha branca riscada, com insights e pequenas verdades universais capazes de ligar e criar significados entre as marcas e as pessoas.
Obviamente, com a internet e com o advento exponencial das tecnologias de comunicação e informação, os métodos de trabalho mudam e acompanham este novo paradigma. Mas fica a pergunta: será que não nos estamos a tornar, sem por isso dar conta em "curadores criativos"?
Experimentem resolver um brief ou fazer uma campanha sem recorrer à internet. Ora aqui está um exercício interessante.
8.19.2009
8.17.2009
"Perguntar antes de fazer"
Responder ou procurar soluções sem antes definir um problema de forma concreta é uma reacção tipicamente humana (na qual nós muitas vezes tropeçamos na nossa profissão).
Aqui vão alguns dos drivers/"efeitos pretendidos" que devemos ter em conta e definir sempre que recebemos um brief ou um desafio do cliente. Talvez assim consigamos direccionar de forma mais eficaz o trabalho dos criativos.
O que temos pela frente:
- Campanha de notoriedade?
- Reforçar laços afectivos?
- Campanha informativa/divulgação novo produto?
- Campanha de activação?
- Campanha de buzz/falatório?
- Campanha de lealdade/promoção?
8.05.2009
O que é verdadeiramente a Generation Gap?
7.21.2009
Entrevista
Uma entrevista interessante com Fernand Alphen, dir. de planeamento da F/Nazca S&S.
O que você faz no dia-a-dia da agência?
Sou uma misto de mordomo, faxineiro e cão fila. Sirvo as pessoas, ponho ordem na casa e faço bagunça quando tá tudo muito arrumadinho.
(...)
Qual o papel da pesquisa no processo de planejamento? A intuição tem vez?
A pesquisa tem um papel fundamental: servir de isca para a intuição. Um gatilho, um hors d'oeuvre. A pesquisa não cria insights, quando muito (e é raro) os confirma.
(...)
Como você vê o futuro do planejamento?
Negro se as pessoas continuarem inventando teorias e metodologias. Rosa se as pessoas relaxarem e seguirem suas intuições.
[Via: CHMKT]
7.18.2009
"Leões guerreiros"
"Boa parte da indústria toma Cannes como referência, mas muitas vezes as pessoas acabam se esquecendo que a grande maioria desses leões estão vendendo causas humanitárias, turismo, cinema e video-game. Mas a verdade é que em nosso dia dia, em 90% do tempo não estamos vendendo “causas” ou “entretenimento”, mas sim produtos - assim como faziam nossos bisavós."
Um post (ou debate) bem interessante, aqui nos nossos amigos do colectivo Estalo.


