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4.18.2008

"Why are Argentine creatives so great?"



Ok, eu sei que de tempos em tempos a "Adland" gosta de eleger uma dada corrente criativa geográfica como o "Santo Graal" da publicidade. Brasil, Inglaterra, States, Sudoeste Asiático ... já passaram pelo "spotlight".

Mesmo resistindo a esta tendência de colocar no pedestal o actual sucesso meteorítico do pessoal das "Pampas", vale a pena ler o artigo "Why are Argentine creatives so great?" da Campaign Magazine.

Absurda? Mágica? Trinta segundos de puro entretenimento (ponto final)?

O argentino Juan Cabral, DC da Fallon de Londres parece ter resumido tudo na Esquire Inglesa há alguns meses atrás:

"I think of the people when they're on their sofas watching the telly. I want to do it in a way that's fair - I'm selling you this, but in exchange I'll give you this minute of colour and hypnotising music."

4.11.2008

Tudo muda, tudo fica na mesma

"Fifty years ago, to join advertising's creative guild, a man had to tell funny stories and smoke a pipe. The patron saint of this exclusive guild was a guy in a suit from the Bronx named Bill Bernbach, who preached about advertising as entertainment. To this day, there are followers of Saint Bill who believe that people are so amused by advertising that they run right out and buy stuff. They believe this because if it weren't true they'd have to go to Hollywood to tell funny stories, and it's harder to get a job in Hollywood than on Madison Avenue."

"The Next Creative Revolution": Um artigo para ler, imprimir e guardar bem guardadinho.

4.06.2008

Próxima corrida III

O espaço.

O que antes era acessível a nações agora também é a indivíduos. Tudo o que existe de valor na Terra (metais, minerais, terrenos e energia) existe em quantidades avultadas no espaço. Por comparação, o que está a acontecer no Alaska vai repetir-se no espaço. Antes adormecido na lista de prioridades será em breve o motivo da próxima corrida ao ouro. Nos 50 anos que se seguem - graças ao progresso da tecnologia e aumento dos incentivos económicos - é provável que se assista a uma nova vaga de colonização. Qualquer dia o meu mapa de férias nunca mais será o mesmo.

Próxima corrida II


O que é que ganhamos quando olhamos para cima?

Próxima corrida I


Temos por hábito olhar para a frente, para baixo, para os lados e de vez em quando para trás.

3.26.2008

Internacionalizar o Mundo


Durante um debate numa universidade dos Estados Unidos o actual Ministro Brasileiro da Educação, Cristovam Buarque, foi questionado sobre o que pensava da internacionalização da Amazónia, enquanto brasileiro e enquanto humanista. "De facto, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazónia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse património, ele é nosso. Como humanista...posso imaginar a sua internacionalização, como também a de tudo o mais que tem importância para a humanidade. Se a Amazónia deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro (...) O Louvre não deve pertencer apenas à França. Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo génio humano (...) o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado (...) internacionalizemos as crianças tratando-as como património que merece cuidados do mundo inteiro...