"In the absence of great creative, planning will never make the work better."
-- John Steel in 40 Years of Planning
(evento da JWT realizado há semanas em Londres)
7.21.2008
Grandes verdades
Alguma coisa me escapa...
Quase metade do viral video chart está composto por músicas cujo elemento comum é "Money" de Liza a PinK Floyd passando pelos Beatles...
É a crise? Que se passa? o que é que vem aí ou o que é que se passou este fim de semana?
Alguma coisa me escapa...
7.18.2008
7.17.2008
Maldita cri$e....

A crise é como aqueles virus dos filmes tipo "Dawn of the Dead" ou "28 weeks later". Chega a tudo... a todos... sem piedade... Passa duns para os otros provocando uma auto-destruiçâo total. Até a nossa "M&C" jà foi apanhada...
Onde está o Lamborghini branco? O AP na primeira linha de Ipanema? O helicopetro? O yacht em Porto Cervo?
Agora numa rua mal iluminada... com a roupa do corpo e numa motorizada.
Please, BE FABULOUS... with less.
A p_ta da crise leva tudo...
7.16.2008
7.14.2008
Aqui se inspirou a agencia de estudos de mercado que...
não são só as agências de publicidade que inovam, esta passou mesmo das palavras à acção.
Aqui se inspirou a agência de estudos de mercado quando teve de ver qual é actualmente o clube de futebol em Portugal com mais adeptos. Não, não se deixou levar pelas listas ficticias de sócios.
Para isso juntou 30 elementos (10 de cada um dos grandes) e viu quais foram os mais rápidos a trocar de camisola e quais é que ao fim de 4h ainde não tinham convencido ninguém.
7.11.2008
Interesting2008
Escandalosamente ainda não escrevi nada sobre a belíssima conferencia que assisti em Londres organizada pelo Russell Davies. Ainda mais grave é o facto de não o ir fazer agora. Mas porque existem ideias que urge partilhar, aqui está uma lista das 30 melhores coisas da conferência, segundo Roo Reynolds.
7.10.2008
Que Shown hay que montar?
Risto Mejide, ex-*SCPF..., agora juri da Operação Triunfo (na qual é conhecido pelos concorrentes por Risto Mejodes pela crueldade/sarcasmo dos seus comentários), aproveita desta forma genial o facto de ser uma figura pública e o formato do programa para dar assim o seu contributo, e sem dúvida o maior da Operação Triunfo, à sociedade.
vale a pena ver as outras 9 peças da campanha.
Lego Hair Tendencies
7.09.2008
Conceito antigo, materialização nova...e boa.
A história de uma empresa que quer ajudar os seus clientes a poupar dinheiro para aproveitar a vida, não é nova. A forma como esta empresa o fez é que é. Grande ideia, maior a coragem.
7.08.2008
Novo CONCURSO!!!
Mas vamos então ao CONCURSO!!
Não é para pensar no slogan (embora os "redactores" também podem participar) é para Plannear.
A ideia surge de uma entrevista a Yunus, Prémio Nobel 2006 pelos seus microcréditos
INTRODUÇÃO:
segundo Yunus, "o problema central do capitalismo "unidimensional" é que admite apenas uma maneira de agir: conseguir lucros imediatos".
DESAFIO:
O desfio deste concurso é lançado pelo próprio: "Porque não integrar a dimensão social na teoria económica?"
Podem ser projectos para marcas com quem trabalham.
REFERÊNCIAS:
Podemos encontrar alguns exemplos, na mesma entrevista em resposta à pergunta: "Quais seriam as regras para um funcionamento simultaneamente capitalista e social? Pode dar exemplos?", Yunus responde: "As primeiras empresas deste tipos assemelham-se a sociedades capitalistas clássicas, empregam trabalhadores, produzem bens e serviços, propõem aos seus clientes um preço único e coerente, cobram os seus custos com solidez, sem esperarem donativos nem ajudas governamentais. São negócios que funcionam, são equilibrados e nã odependem da caridade. A sua particularidade? Destinam-se a criar benefícios sociais para uma determinada categoria da população. Pode ser produzir alimentação de qualidade para crianças pobres, eliminando os custos de embalagem de luxo e a publicidade. Ou comercializar seguros de doenças que permitam aos mais necessitados aceder a cuidados médicos. Ou dedicar-se à reciclagem dos lixos e águas residuais que poluem um bairro habitados por excluídos sociais. Olhe em volta e encontrará por toda a parte com o que montar um negócio social. É, sem dúvida, necessário imaginar um que possa ajudar as famílias atiradas para a rua pelas crises dos "subprimes"."
BOA SORTE!
7.07.2008
"The Great Beer Delivery"

Novos meios
Leituras de Verão.
7.04.2008
We have no more beginnings.
Ou "A primeira ferramenta". Sempre me perguntei sobre quem nos lê. De qualquer maneira, aqui vai este longo lençol sobre as origens remotas da nossa actividade, com um título pedido de empréstimo a George Steiner. Olhar um pouco para trás pode ajudar-nos a melhor compreender o que somos e o que fazemos. O planeamento estratégico surgiu nas agências em meados da década de 60 – em 68, no escritório de Londres da JWT, como se convencionou - pelo lado do research, do qual se tem vindo, desde então, progressivamente a autonomizar. Hoje, para um planeador, mais importante do que o research em si é saber determinar que (tipo e quantidade de) research e demais informação se precisa em cada momento e, sobretudo, o que se consegue fazer com a que está disponível. Um planeador não faz mais do que procurar conhecer a forma como os consumidores olham e percepcionam uma dada realidade - trabalhando informação proveniente das mais diversas fontes – de modo a conferir um sentido a essa realidade que vá ao encontro de um determinado interesse. "Organizar" a realidade para lhe dar um sentido, é isso o que um planeador faz.Hoje, passados 40 anos, não há muitas agências que não passeiem com alguma vaidade os seus modelos e ferramentas de planeamento estratégico ou, à falta de melhor expressão, as suas metodologias de organização da realidade (a par das suas subsequentes filosofias criativas). E às ferramentas de planeamento desenvolvidas pelas agências somam-se as que são produto do pensamento de diversos profissionais do meio – com ou sem um pé na academia - e de alguns, poucos, anunciantes com tradição na actividade (nomeadamente, os do grande consumo).
E a pergunta, ainda que retórica, a que importa dar resposta é: mas, e antes de 68 não se fazia planeamento estratégico? Claro que se fazia e nem sempre apenas de uma forma intuitiva - intuição, bela palavra, que não pode ser substituída por nenhuma ferramenta ou metodologia.
Fernando Pessoa, nome maior das nossas letras, fez qualquer coisa de muito parecido com o que todos os dias nós fazemos. Sobre Pessoa, escreveram Nuno Cardal e Rita Fragoso de Almeida, no livro comemorativo dos 65 anos da McCann-Erickson, de 1994 que “...foi, sem dúvida, um publicitário consciencioso e interessado como o documentam as suas “Considerações sobre um Projecto de Propaganda à Costa do Sol”, texto que denota um profundo sentido do que hoje em dia designamos por “estratégia de comunicação”, uma vez que no documento o poeta definia o destinatário da comunicação, um foco da mensagem,…
Contudo, e como em tantos outros domínios, precisamos de recuar à Antiguidade Clássica para encontrar a primeira ferramenta de planeamento. É de Aristóteles. Viu a luz do dia pela pena de Porfírio no “Isagoge” (literalmente, “Iniciação”), epístola que constitui uma excelente introdução à lógica aristotélica, designadamente aos problemas suscitados pelo estudo das Categorias Lógicas. Na sua “Isagoge”, Porfírio trata das formas como nos referimos às “coisas” quando procuramos definir o que cada uma destas é. As cinco palavras ou predicados envolvidos neste esforço de nomear um objecto são: género, espécie, diferença, propriedade e acidente.
Ao procurarmos definir uma “coisa”, podemos descrevê-la em termos do que esta é na sua essência ou em termos das características que a enformam para além da sua constituição essencial. Se a nossa afirmação capta a essência dessa “coisa”, podemos fazê-lo integralmente ou apenas em parte. Se descrevemos a essência da “coisa” de forma integral, temos a espécie, mas se a descrevemos apenas em parte, podemos ter: aquela parte que, apesar de essencial, pertence também à essência de outros tipos de coisas, que é o género; ou aquela parte que é única e a constitui como distinta dentro do seu género, que é a diferença. Por outro lado, se a nossa afirmação captar não a essência da “coisa” da qual nos referimos, mas, ao invés, as características e atributos além do que é estritamente essencial à mesma, estas características podem ser causa e/ou consequência da essência, caso em que temos a propriedade; ou não, caso em que temos o acidente. Confuso? O quadro em cima ajuda, espero. E não há nada como ver um exemplo. Líquido, Vodka, Absolutamente Pura, Garrafa ou a nacionalidade Sueca e o apoio às artes, são por esta ordem, a espécie, o género, a diferença, a propriedade e o acidente da marca Absolut Vodka.
Esta forma de organizar a realidade, ao procurarmos definir uma coisa, é exaustiva e exclusiva do ponto de vista da análise. E é, como perceberam, na “diferença”, que podemos encontrar a matéria-prima de um posicionamento, a base, como o nome indica, da sua diferenciação. Seja a “coisa” o que for.
7.03.2008
When will Amy Winehouse die?
a pergunta pela cabeça de todos já deve ter ocurrido, e como tudo que nos ocorre não tarda em aparecer na web... aqui temos.
Mas o que achei engraçado foi a oferta de um ipod touch!! e os 3 cenários possiveis:
1- o vencedor é anunciado já este Verão. O prémio é muito bom!
2- só conhecemos os vencedor daqui a 3 anos. O prémio já estará ultrapassado e muito.
3- a Amy ultrapassa este mau período da sua vida, e segue o exemplo da Madre Teresa. O prémio será já peça de museum! E como arte... o vencedor pode ir directo à Christie's fazer bom dinheiro.
independentemente do cenário, e da quantidade de picos desta promoção/concurso (imagino que a quantidade de episódios e recaídas não vá abrandar), isto é bastante interessante, melhor só vejo mesmo a religião que te promete um prémio que só o podes reclamar depois do teu último dia!






