É uma pena que as uso de redes sociais foi tão banalizada pelos Bullshitators de plantão. Hoje já fica quase impossível levar a sério toda essa história. Eu acredito muito no poder dessas ferramentas mas realmente acho estão quase todos usando de uma forma muito limitada e desfocada. Enfim, uma reflexão grande que acho não ser ainda muito clara nem na minha cabeça.
Escrevo isso tudo só pata introduzir o tema: A Valve é basicamente uma empresa que faz games. Portal foi um jogo muito importante no cenário independente. Agora a sequência esta sendo lançada e para isso uma ARG foi criado.
http://valvearg.com/wiki/Valve_ARG_Wiki
O que tem de novo em um ARG? Nada! Se pensar que ele nasce no IRC, menos novidade ainda. E esse é justamente meu ponto. Quem trabalha as tais redes devia discutir mais sobre por onde as pessoas andam e menos sobre as ferramentas que acabam de ser lançadas. IMO!
4.14.2011
SocialMedia sem BS
4.13.2011
4.12.2011
A curiosidade matou o gato ... não o planner

"…you just have to stay curious the whole time. If you don’t, then you’re dead. If you ever think you have it figured out or if there’s a formula to making a piece of communication, you’re dead."
-- John Norman, CCO The Martin Agency
4.11.2011
New Media

Nos E.U.A., o plano de meios para a promoção do filme Rio inclui bananas.
A Landor aponta que é uma decisão muito inteligente, visto o filme ser dirigido às crianças, possibilitando assim ainda promover produtos de origem brasileira e o próprio "exotic feeling" do filme. Para além de promover uma alimentação saudável, num país onde a taxa de obeasidade é gigantesca.
O filme é giro!
4.10.2011
"Equilibrismo financeiro"
Isto dava um boa metáfora publicitária:
"Connosco não precisa de fazer equilibrismos financeiros".
4.08.2011
4.07.2011
"Because every country is the best at something"
http://www.informationisbeautiful.net/visualizations/because-every-country-is-the-best-at-something/#
Keep Calm & Keep Shopping

via psfk
4.06.2011
4.05.2011
4.04.2011
Há que acertar a Nossa Hora.
Se eu não fosse da NOSSA™ e não tivesse nada a ver com isto, ia agora ao Facebook da NOSSA™ e fazia download deste screensaver que nos dá as horas, mesmo como elas são.
Não é mesmo por nada, mas isto, é bom.
Mais perto do que é importante
A minha última contenda com uma das nossas operadoras móveis pôs-me a pensar na abordagem criativa da comunicação das ditas marcas. Já sabemos que o mercado é maduro, que os consumidores já não precisam de saber como funciona um telefone, já sabemos que as marcas são uma plataforma facilitadora de experiências e benefícios intangíveis emocionais que ultrapassam qualquer combinação possível de fios, bateriais e capas de de plástico para proteger os nossos telefones, os nossos emails, o nosso facebook e a nossa alma. E um dia o telefone avaria. E começa o drama. "De que é que é que precisas"? J - Preciso que me arranjem o blackberry. Vários dias e uma queixa no livro de reclamações depois, devolvem-me o telefone em 24h("Power to You" - yeah!). Menos de 24h depois deixa de funcionar novamente. Senti-me desiludida, como quando descubrimos que o Pai Natal, afinal, não existe. Uma semana depois ainda aguardo, depois da dita operadora ter vindo recolher o meu, já pálido telefone, e sugerido substituí-lo por um modelo com uns bons 10 anos, um carregador que não funciona nas tomadas portuguesas ("Power to You" - yeah!) e uma password que ninguém, incluindo o apoio ao cliente da operadora, sabia o que impossibilitou sequer, conseguir pôr o telefone a funcionar. A esta altura eu disse "Até já!" e continuei com o meu deficitário bb. Da próxima vez que vir aqueles filmes lindos de conceito, da próxima vez que me quiserem tentar convencer que aquela marca tem muito mais onda do que a outra, eu vou-me lembrar que durante semanas fui muito criativa a escrever emails e sms sem a letra E e/ou a letra R, simplesmente porque não funcionavam. E vou-me lembrar que o serviço ao cliente é ainda um proof point importantíssimo para que tenhamos confiança na nossa operadora. Para que sejamos fiéis, para que a marca possa não só ser líder no seu segmento como uma Super Brand, ou melhor, uma Love Brand. Fazem tudo para nos seduzir e depois, quando aparece o primeiro problema, somos abandonados na beira da estrada. Na batalha dos pontos pela quota de mercado e quando o parque de terminais é agora composto por micro-computadores, as operadoras deveriam proteger-se contra os problemas que as marcas de fabricante podem significar. "Até já."
4.01.2011
O problema do problema
3.30.2011
APG Portugal @ ESCS

Hoje, a partir das 15h, a APG Portugal vai dar uma formação aos alunos da Escola Superior de Comunicação Social.
No âmbito das linhas de actuação da APG Portugal, a formação das novas gerações assume um papel muito importante no futuro da profissão.
ALINHAMENTO:
> PORQUÊ PLANEAR
Miguel Velhinho, Presidente APG PT, CEO Project Manhattan
> HISTÓRIA DO PLANEAMENTO ESTRATÉGICO
Alexandre d’Albergaria, Director de Planeamento Estratégico, Leo Burnett Lisboa
> REBRAND COMPANHIA DA SANDES
Joana Veiga, Brand Consultant, BØRN
> LANÇAMENTO CHEF ONLINE - CONTINENTE
Sérgio Santos, Head of Digital Strategy EURO RSCG 4D
> LANÇAMENTO DO EUROMILHÕES
Nuno Melo da Silva, Director de Planeamento Estratégico e Serviço a Clientes da JWT Lisboa
> ENTRA EM CAMPO - SAGRES
Susana Coerver, Head of Planning Fischer+Bus
> O2 - SEE WHAT YOU SHOULD DO
Sandra Pombo, Brand and Cultural Insight Director, Shift Thinkers
O evento é fechado aos alunos da Escola Superior de Comunicação Social.
Mais informação aqui.
"The Witness"
"Alternate reality game" meets "transmedia" meets blá blá blá.
É bom; tem uma estória/guião que nos prende; rompe com as fronteiras tradicionais e departamentalizadas dos canais.






