5.04.2011

Google, it gets better.

Linda forma que Google achou de mostrar a diferença que os meios de comunicação tiveram em relação a importantes questões; ontem e hoje. O Filme esteve no break de Glee.



via: friendlyatheist

5.03.2011

"Lovely country"



A Diesel criou uma ilha utópica, a Nike criou uma república popular para o Corinthians. De repente basta um nome, um ideal, um logo, uma bandeira ... e voilá temos nações criadas a régua e esquadro num Mac perto de si.

Este micro-movimento reflectido na publicidade é curioso. Sendo claramente um reflexo do estado de ansiedade, sonho e de tentativa de escape das pessoas, lembrei-me do exercício feito há 5 anos atrás pela Pentagram e pela BBC que decidiram criar um novo País ficticio, com direito a hino, constituição e passaporte. Porque os países também são"identidades corporativas".

Bem-vindos a Lovely.

Reflexões do Mike



“Everybody’s got a strategy until they get hit.”
- Mike Tyson

5.02.2011

Porque há bocas que nunca vão dizer a verdade


Campanha de new media + imprensa feita em Bruxelas a favor da liberdade da informação. Acção contou com uma aplicação para substituir as habituais palavras de censura de ditadores ou políticos bem conhecidos.

Time to vote

Com o actual clima politico em Portugal bem que fazia falta uma maior educação "eleitoral" aos eleitores portugueses.

Geek love

Feito pelo Sean Ohlenkamp, art director na Lowe Roche em Toronto, para a sua mulher.

Geek alert is on:

4.29.2011

I YouTube You

4.28.2011

"Power to the people"

Vinha eu ontem a "Vespar" pela cidade quando me deparei pelo caminho com 2 focos de "insurgentes" do Minipreço.
"Só paga mais quem quer" - gritavam eles. E assim com uma manif. simulada temos o Minipreço a gritar e esbracejar pelos direitos do consumidor. O episódio de ontem fez-me lembrar a comunicação francesa da grande distribuição.


("Defenda o seu poder de compra")

Os franceses que sempre tiveram uma vocação natural para intelectualizar, politizar e "erotizar" o discurso publicitário, também se lembraram de adoptar uma narrativa militante há cerca de 6 anos atrás. Com o Leclerc, Intermarché e Carrefour "le consommateur est le roi".


("O dinheiro não cai do céu")


("Melhor consumo é urgente")

4.27.2011

Uma agência diferente

ACCESS is a global creative agency commited to designing extraordinary creative experiences that inspire consumers through compelling communications.

Access Agency

4.26.2011

Direitos e deveres das marcas nacionais

Num artigo de Sara Ribeiro este sábado no jornal Sol, li como algumas marcas portuguesas estão a utilizar nas suas campanhas os valores da cultura portuguesa para criar relações de confiança com os consumidores. Esta estratégia, dizem alguns dos marketeers citados, está a ser utilizada para passar uma visão positiva do País. Alegam que sendo marcas que se preocupam com o bem estar dos portugueses, têm o direito para falar de Portugal.

Concordo mas acrescento, se têm o direito para falar de Portugal, também têm o dever de ter cuidado na forma como falam dele.

O problema é que dentro do saco da portugalidade cabe o universo representado no filme "Aquele querido mês de Agosto" ou do "Filme do desassosego". Pode estar o Portugal do Big Brother mas também pode estar o Portugal da Paula Rego.

É por isso pena, que quando analisamos a maioria das campanhas citadas no artigo e que supostamente apelam à portugalidade , descobrimos que estes hinos ao País, não passam dos tão famosos 3 F's numa versão marketing remix.

Onde as letras dos fados são substituídas por estribilhos mais ou menos pimba, o futebol é apresentado numa versão 2.0 com jogadores e adeptos de braços dados, e onde Fátima é trocada pela Fátima Lopes. Com as campanhas a serem pensadas para o publico dos programas da manhã.

Como humilde português, o meu conselho a quem quer usar as "raízes" do povo, é que em vez de tentarem colorir formulas cinzentonas, peguem nos Lusíadas e encontrem inspiração para navegar por mares nunca antes navegados.

Fazemos Tudo

Todos os anos a Campaign publica o "School Reports", um barómetro do estado da nação da Adland Inglesa.
O que me chamou à atenção foi os 36 tipos de descritivos das 84 agências que "falam" sobre o seu trabalho. Trinta e Seis descritivos da oferta e do valor acrescentado que estas agências podem trazer aos seus clientes. Dá que pensar que aqui pode residir um pequeno problema de posicionamento.

  1. Full Service
  2. Multi-discipline
  3. Creative
  4. Creative Communications
  5. Integrated Creative
  6. Integrated
  7. Integrated Advertising
  8. Integrated Marketing Communications
  9. Planning-led Integrated
  10. Communications
  11. Communications (advertising, digital and retail marketing)
  12. Communications Planning and Buying
  13. Performance-led Communications
  14. Experimental Group of Communications People (a minha preferida)
  15. Advertising
  16. Advertising, Digital and Comms Planning
  17. Advertising, Digital, Experiential, Sponsorship
  18. Advertising, Digital and Mobile
  19. Advertising, Communications Planning, Digital
  20. Advertising, Digital, Direct
  21. Digital
  22. Digital and Direct
  23. Direct and Digital
  24. Digitally Centred, Traditionally Capable
  25. Direct, Digital, Data
  26. Direct Marketing
  27. Direct, Media Planning and Buying
  28. Digital Marketing and Technology
  29. Ideas-driven, Digital Creative
  30. Full-service Digital
  31. Brand-building for a Digital World
  32. Media
  33. Media Planning and Buying
  34. Media and Marketing Communications
  35. Integrated Media Planning and Buying
  36. Independent Agency Network

4.25.2011

Obama 2012 Strategy Briefing



"This campaign has to be metrics-driven. We`ll mesure every single thing on this campaign."
Como se mede um sonho?

4.20.2011

4.19.2011

No início era a App

Como inovar quando as pessoas deixaram de escrever?
Quando eu era miúda e tinha dúvidas sobre como se escrevia uma palavra desenhava-a mentalmente, agora fecho os olhos e teclo-a mentalmente.
Download gratuito aqui.

via psfk

Obrigado António Barreto

Não só é um dos maiores pensadores portugueses, como nos oferece uma excelente ferramenta para conhecer melhor Portugal.
Num País onde a informação é um bem escasso, o site Pordata tem uma vasta base de dados onde podemos pesquisar nos mais diversos campos. Permite uma análise de dados tão variados como o numero de ecrãs de cinema ou numero de doutoramentos anuais.
Em meu nome (e penso que em nome dos restantes planners portugueses). Obrigado.

4.15.2011

A love Story

PeSeta é uma loja super bacana em Madrid que vende milhões de coisas bacanas. Agora, com a ajuda da Leo Iberia eles chegaram ao New Museum of New York City, como? Com um produto que nasceu de uma linda história de amor entre uma bicicleta e uma maquina de costura.

T-Mobile: Royal Wedding Entrance

Aseguir a sua excelente campanha, Life's for Sharing, a T-Mobile lançou hoje este vídeo:



Qualquer semelhança com este:



é pura coincidência. Ou não? Que acham?

Fizeram igual, mas agora com a piada de ser a Royal Family? Ou "fingiram" que o outro não existe?

A minha opinião é que a T-Mobile está a tentar capitalizar em cima das pessoas que podem não ter visto o vídeo original. Mesmo assim, comparando com os outros vídeos da campanha, acho que este fica muito aquém.

Audiências

Hoje vi que o Google integrou vídeos do Youtube no Doodle.
Não sei se foi a primeira vez, mas ocorreu-me que isto tem um potencial de comunicação estúpido, visto que existem gigaziliões de pessoas que usam o Google como homepage (apesar do Facebook ter ultrapassado o Google). No Google.pt e no Google.com hoje está disponível o mesmo filme de comemoração do aniversário do Chaplin, mas obviamente que poderíamos segmentar pelos mercados/domínios.

Sir, I've got a question




Youtube World View

Campanha Política à venda no eBay!





Penso que vale a pena ler e aqui deixo o link para a notícia original. Mas não resisto a dizer que o mundo dá muitas voltas e a história está cheia de ciclos, bem, resumindo e concluindo o que estou a querer dizer, e onde encontro uma certa ironia, é que neste caso parece que os clientes é que entram em concurso/competição para ter a campanha. Outra coisa que me parece interessante é que depois de tantos anos com os clientes/partidos/marcas sempre a dizer o mesmo que a concorrência, a agência de publicidade antecipa-se ao teatro da passagem de briefing do cliente para a agência, na qual dizem sempre que a sua marca é que é a marca e a grande inovadora e revolucionária do mercado, mete a campanha na eBay e quem pagar mais leva a bicicleta.