
"Holidays without the internet"
Com o alto patrocínio da Suiça, um país pacífico e neutro que de acordo com o Orson Wells só deu ao mundo chocolate e o relógio cu-co.
Via João Geada.
6.30.2011
"Holidays without internet"
6.28.2011
Metadona 2.0
Parece-me uma ideia interessante e engraçada, não sinto a mínima vontade de a utilizar, mas reconheço que muitos podem achar esta ferramenta interessante.
Keep me Out
Quando as Keywords se viram contra o feiticeiro
Vejam o anúncio que antecede o vídeo desta peça:
http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/angelico-traumatismo-craniano-dzrt-acidente-tvi24/1262893-4071.html
Isto deixa-me a pensar.
É certo que as keywords são fundamentais, mas será que os "danos" que tal bad-timming porventura poderá causar, afecta a simpatia que os consumidores têm pela marca?
Os leigos que não sabem o que são keywords, que simplesmente irão ver a BMW a anunciar antes do filme que simula o acidente trágico de um condutor da BMW. Que pensarão eles?
100+ Beautiful Slides from Cannes Lions 2011
6.24.2011
Cannes 2011: The three C's of modern creativity

The last session of Day One at this year's Cannes Lions was about the three C's of modern creativity, namely, Community, Crowd-sourcing and Co-creation.
ler mais aqui.
6.22.2011
DIESEL_BE STUPID AT WORK
Diesel: Be Stupid At Work "Facebook Spreadsheet App" from Digital Buzz on Vimeo.
a marca expande-se ao mundo do trabalho!
6.21.2011
The # marks the spot

Muito interessante este artigo da Fast Company sobre a economia do #hashtag e a dinâmica social e sociológica do twitter.
6.15.2011
6.14.2011
Eles falam mas não dizem nada
6.06.2011
6.02.2011
"Facebook IQ 100"

L2 Prestige 100® "Facebook IQ"
Measuring the Facebook aptitude of 100 iconic prestige brands.
6.01.2011
5.25.2011
"The Greatest Movie Ever Sold"
Ou seja, decidiu fazer um filme sobre publicidade e product placement recorrendo ao patrocinio das marcas para pagar o mesmo. Ou seja, o tema do filme tornou-se no próprio filme.
Ou seja, como o título do filme indica, o realizador vendeu-se literalmente às marcas.
"Fan value"
5.24.2011
Internet, originalidade e marcas
Quem não conhece a música do momento que faz toda a gente querer saltar e cantar entre os amigos?
Ou a proposta de casamento que faz suspirar meninas?
Estes dois vídeos, indiscutivelmente virais (2milhões de views o primeiro, 12milhões o segundo) estão a sofrer acusações de não ser tão originais quanto isso. Vejamos:
O primeiro é derivação do vídeo do Beirut (2007) e dos Hey Rosetta (2009).
O segundo deriva de uma proposta feita pelo youtube star Mystery Guitar Man.
Eu reconheço o valor dos dois primeiros vídeos, pois apesar de serem cópias de ideias que já existem, conseguiram melhorá-las e daí provavelmente terem ficado virais.
Mas isto levanta uma questão sobre a originalidade. Até que ponto fazer algo parecido com o que existe, melhorando-a, não pode funcionar? Porque é que a frase "isso já foi feito" é tantas vezes dita para matar uma ideia?
Será que estamos tão focados na criatividade e a pensar em criar algo novo que nos esquecemos que se calhar melhorar uma ideia pode servir perfeitamente para uma marca?
Eu acho que uma ideia melhorada consegue ser uma ideia válida. Se alguém dissesse "bora fazer um vídeo parecido com aquele dos Beirut e dos Hey Rosetta, mas melhor, para a marca X!" eu diria "bora!". Mas já falei com pessoas que diriam que não fariam...
E tu?




