Cliente: Sonera
Agência: DDB Helsinki
10.20.2011
10.19.2011
10.14.2011
10.12.2011
10.11.2011
"O Salto de Fosbury"
Relembrando o mítico "Salto de Fosbury".
Se repetirmos sempre as mesmas fórmulas, os resultados serão
sempre os mesmos.
10.03.2011
Infelizmente...
"Most business people accept gravitational theory without any knowledge of the mathematics behind it, but readily reject social and cultural theories because we, as a culture, reify science and mathematics."
9.28.2011
Causas e decisões

A eterna falácia "post-hoc" da Publicidade:
"If there happens to be a Starbucks on the way to work you will end up going to that more than Costa Coffee, and as a result of that action and in order to make sense of that action, you’ll decide to like Starbucks.
And when a market researcher comes up and asks what is your preferred coffee chain, you’ll say Starbucks.
But in effect, your preference is a product of your behaviour and not the origin of it."
- RORY SUTHERLAND, OGILVY UK
story of my brand life

Desde que o FB anunciou o novo timeline que surgiu uma pergunta - qual vai ser o impacto para as marcas?
Este artigo da Mashable é muito interessante, não porque nos traga alguma nova verdade completamente nova, tipo epifania digital-o-publicitária, mas porque aponta para uma nova visão do lado dos anunciantes. Nós, nas agências, temos de conseguir que os nossos clientes assinem por baixo.
"(...)Marketers, who have been told for years that they’re actually publishers now, will have to put that into practice (...)"
(...)Thinking of marketing as storytelling isn’t a new concept, but the redesign will extend the metaphor (...)
**What Facebook’s Changes Mean for Marketers**
E um exercício de design para vermos como as novas páginas podem ser:
**How Facebook Timeline Might Radically Change the Look of Brand Pages**
9.26.2011
Contra a recessão: inovar & focar
A Fast Company, publicação incontornável para nós, lançou hoje um artigo na sua newsletter que fala sobre "The 4 Classic Ways To Recession-Proof Your Brand", escrito pelo Jamey Boiter.
Vale a pena ler o artigo e os casos exemplificativos para uma das 4 ideias base:
1. Constantly innovate
2. Rediscover the brand
3. Stay in your lane
4. Refocus on brand trust
Interessante.
9.16.2011
Será que somos mesmo precisos?
9.06.2011
Monólogo VS Diálogo
"The Rebel Sell"
9.05.2011
"Zombies Calientes de Getafe"
Uma abordagem/maneira sui generis de resolver um brief.
8.24.2011
Get excited and make things
Não conhecia o evento Planning-Ness mas fiquei fã. Os meus pensamentos dos últimos meses tiveram identificação imediata com os destes senhores do outro lado do oceano.
Trata-se de um evento com uma proposta diferente das habituais conferencias de planning, em que um fala e a audiência ouve para colocar perguntas no fim... Mais do que compartilhar boas práticas de Estratégia, a ideia é Fazer Coisas, é pensar em ideias de negócio, de novos produtos que dão boas ideias de comunicação.
uma das minhas preferidas:
"Stop communicating products and start making communication products" [Gareth Kay]
Um bom modelo para aplicar por terras lusas.
8.18.2011
Irá o myspace ficar com menos espaço (ainda)?
Como é bem sabido, muitos Youtubers usavam o mesmo como iPod. Pois bem, agora o Youtube reconheceu isso e criou um myspace em esteróides.
Será esta a estocada final no myspace?
Youtube Music
8.16.2011
8.04.2011
"Gimme credit"

O que é que os adolescentes ingleses querem para além de ... claro, querem ter saldo no telemóvel. A Fanta e a Sprite sabem disso, quem beber mais, mais códigos tem para redimir em crédito e falar sem ficar pendurado.
A promoção não é nova, mas não deixa de ser uma interessante integração do telemóvel como principal ferramenta de "marketing directo".
7.27.2011
Da Cultura Pop

A publicidade, a boa publicidade, emerge da cultura pop e dela cria material que entra na nossa vida. Do "tou xim?" ao "tens um jipe", do "podia mas não era a mesma coisa", do Cristiano no BES ou das "Meninas da TV Cabo", são vários os exemplos que podia citar de marcas e/ou campanhas que conseguiram o seu lugar no mais importante lugar (não Cannes): o coração das pessoas.
Sendo a nossa Indústria muito pouco científica (e ainda bem) e sendo ainda mais difícil reduzir o risco dos nossos clientes (por mais que tentemos) resta-nos olhar para quem arrisca e formular uma opinião baseada em resultados (outra tarefa ainda mais difícil num país onde temos ainda muita resistência em partilhar informação e resultados).
Quando é que a estratégia deverá ser revista para incorporar um fenómeno-do-tipo-fósforo (menções óbvias acima, Futre e Hélio)? Quando é que o risco de integrarmos fenómenos a vulso põe em causa o ADN das marcas? O Hélio assiste Meo e os gatos aprovam? O Futre bebe Licor Beirão?
Por outro lado, quando é que temos de deixar de ser Velhos do Restelo e testamos coisas novas e quebramos as regras? Quando é que deixamos de ser risk-adverse e passamos a ser visionários de coração?
Para as marcas (e pessoas): quanto valem os 15 minutos warholianos X estratégia de marca?
"É retórica"- eu sei, "É demagogia!" - poderia eu acrescentar. Mas vale a pena pensar nisso neste fórum.
Ou, num mundo cada vez mais rápido, a malta tem memória curta e é indiferente?



