Mesmo não sendo de críticas, parece "poucochinho". De budget, conceito, produção, design e desconfio, de briefing. Prova que até o Bes está com os dois pés metidos na crise, e neste caso, crise financeira e crise de orientação, quando passamos de campanhas onde "budget is not an issue" e de eventos de estádio, com airtime em tv (discuta-se ou não o seu bom gosto) para... Corridas e campanhas com Luísa Beirão. É que, ela tem tanto de futebol e paixão pela seleção como o Quimbé tem de piada. E porquê recorrer ao formato de evento mais batido do universo? É um formato baratucho, tudo bem, mas... Uma corrida, a sério? Foi mesmo a ideia que pareceu melhor, a ideia mais genuína e capaz de mexer com as pessoas, com os adeptos que saem mais cedo do trabalho para ir ver os jogos? Que raio tem uma corrida a ver com a paixão pelo futebol? O script tenta desesperadamente unir estes dois universos, com o belo "a equipa que corre mais, geralmente ganha". Mas desde quando?
Faz-me só alguma confusão. Mas vale o que vale. O que interessa é faturar. Ou não?
5.13.2012
pois
5.08.2012
5.01.2012
"First digital agency site on Instagram"
A Tribal DDB acabou de lançar o seu novo escritório israelita completamente no Instagram.
Ou seja, o site deles é um mosaico dinâmico de fotos - com hashtags #workers, #clients, #office life - que vive apenas dentro do Instagram. Para aceder é preciso descarregar a sua APP - "Officegram"
4.26.2012
4.24.2012
4.18.2012
Barefoot university. Uma lição de vida, criatividade e comunicação.
"IKEA TV"
Adeus cabos e fios.
IKEA "UPPLEVA" - um aparador com televisão LED, wi-fi e DVD incorporados.
Nota: ainda vamos ver no futuro, um canal IKEA com conteúdos "a la Martha Stewart" (house living, DIY, receitas & cozinha)?
4.16.2012
Local to Global
Após as aplicações de Facebook, parece que a nova moda do século XXI e 1/10, são estas acções estilo "apanhados com esteróides".
Após a Belga TNT, foi a vez da Tic-Tac em França, fazer mais uma acção excelente.
Será que iremos ver mais acções do género com esta qualidade?
Será que esta fórmula será a nova Flashmob?
4.12.2012
3.26.2012
Depois das flashmobs e dos spots musicais...
aqui está a nova mania das marcas... o spot-videoclip. Dou menos de 6 meses para os copycats do costume fazerem um anúncio que também é um videoclip (que o artista não paga). Aceitam-se apostas. Quem acertar ganha um Pata Negra. Assim de repente, arrisco Optimus (talvez com os Buraka) e Continente (com um dos Carreiras).
3.23.2012
Como é óbvio
Excerto de uma noticia de 15 de Março na revista Marketeer com o titulo "Sagres orgulhosa da Portugalidade": "Queríamos uma renovação de imagem que fosse adequada ao novo posicionamento - Sagres Somos Nós -, mas que fosse uma imagem de continuidade e aprofundasse ainda mais a nossa relação com Portugal", explicou esta manhã Alberto da Ponte....emocional, contemporânea, dinâmica, orgulhosa, inovadora e um ícone nacional. E, claro, resume Alberto da Ponte, "muito portuguesa"! ...A nova imagem conta com assinatura da agência inglesa Claessens
3.21.2012
3.09.2012
"Parabéns a você"
3.05.2012
4 = 3 + ∞ reações
tenho a sensação que toda a gente parou quando estreou o novo spot publicitário da pt 4G. eu ainda paro nas repetições. para além da beleza estética de tds as cenas, a banda sonora que amplifica todo o poder daquela fibra que paira em cada cena, dá-me vontade de examinar ao pormenor cada segundo deste spot. achei bom e pronto. já ouvi que é mais um spot sem ideia, que não é nada de surpreendente, que ainda nem existe produto para oferecer... bla bla bla... apesar de outros players já terem anunciado o 4g, nenhum o fez com tanto power e emoção como a pt e a partners o fez sem utilizar uma única palavra. por isso estão de parabéns, pois para além da minha opinião, parecem ter impressionado também já alguns milhares de consumidores, que colocam posts em blogs pessoais e que já comentam alguns youtubes com opiniões bastante positivas, coisa que só recordo em casos em que é para falar mal.
os 3 porquinhos da vida real

E se hoje a história dos 3 porquinhos se tornasse realidade?
Qual seria o impacto desta história na media social e que repercussão teria no jornalismo praticado pelo The Guardian?
Uma das melhores campanhas de 2012, pelo menos no balanço dos 2 primeiros meses, mas que finalmente parece actualizar o antigo jornalismo que ainda se pratica pelo mundo fora.
2.29.2012
Falta de respeito
Na peça Vermelho de Paul Logan que tive o prazer de ver recentemente no Teatro Aberto e que retrata os últimos dias do pintor Mark Rothko, existe uma cena que não me tem saído da cabeça. Quando confrontado pelo seu ajudante com o facto de que toda a gente gosta do seu trabalho, Rothko responde: "Eu não quero que gostem do meu trabalho. Eu detesto que gostem do meu trabalho. Eu quero que respeitem o meu trabalho."
Infelizmente ao contrario de Rothko a maior parte das agências faz o seu trabalho apenas para o like, para ser gostado em vez de o fazer para ser respeitado. Para ser gostado pelo clientes, pelo consumidor, pelos focus grupos, por quem vai a passar no corredor, pelos amigos, pelos pais, pelos primos, pelo cão e pelo gato.
Rotkho, ao contrário dos homens de negócio que gerem algumas agências, teve a inteligência de perceber que para valorizar o seu trabalho, o seu negócio, mais que ser gostado ele e o seu trabalho, teriam de ser respeitados. Mas o mais incrível é que isto do respeito acaba por ser uma coisa muito comum. A Aretha Franklin canta, o Tom Cruise pede isso no Magnolia, qualquer hip hopper que se preze sabe o significado disso, até o Ali G. Então porque é que mesmo depois do livro Lovemarks onde um publicitário explica que a par do amor, as marcas precisam de respeito para serem valorizadas. As agências continuam a não perceber que é melhor um cliente chumbar uma proposta que respeite, do que aprovar uma que apenas goste.
Será que as agências não compreendem que ao criar campanhas que são feitas apenas para serem bonitas, feitas para agradar, feitas para não maçar, estão a desvalorizar toda a estratégia, conhecimento, raciocino, criatividade necessária para criar projectos que se pretendem respeitáveis. Estão a desvalorizar o seu próprio produto final. Será que não compreendem que este comportamento irresponsável está a desvalorizar um negocio, um sector. E o pior é que neste momento paga quem faz mal mas também paga que tenta fazer bem. Como se passou por exemplo no caso dos graffitties de Serralves.
Em vez de se continuar a baixar preços, oferecer campanhas ou dizer que se é mais flexível, se calhar era mais importante apresentar aos clientes ideias que os desafiem, que os façam pensar, que os surpreendam, que os obriguem a sair da sua zona de conforto, que os façam respeitar as agencias. Porque o respeitinho é bom e eu gosto, ou melhor, respeito.
Ps - Possivelmente com a criação de um botão respect no Facebook mais pessoas poderiam perceber a importância do conceito

