8.28.2012
5.05.2011
"Navy Seals"

Quem digitar o nome "Osama Bin Laden" no Google vai encontrar a coluna do lado direito da página, usualmente pejada de anúncios (Adwords), completamete vazia. Pelos vistos nenhuma marca se quer associar à pesquisa/imagem do Sr.
Eu por mim vejo aqui uma oportunidade de ouro para publicitar os serviços dos Navy Seals: "Mess with the best, Die like the rest".
Isto sim seria um grande PR stunt.
5.03.2011
"Lovely country"
Bem-vindos a Lovely.
4.28.2011
"Power to the people"
Vinha eu ontem a "Vespar" pela cidade quando me deparei pelo caminho com 2 focos de "insurgentes" do Minipreço.
"Só paga mais quem quer" - gritavam eles. E assim com uma manif. simulada temos o Minipreço a gritar e esbracejar pelos direitos do consumidor. O episódio de ontem fez-me lembrar a comunicação francesa da grande distribuição.
("Defenda o seu poder de compra")
Os franceses que sempre tiveram uma vocação natural para intelectualizar, politizar e "erotizar" o discurso publicitário, também se lembraram de adoptar uma narrativa militante há cerca de 6 anos atrás. Com o Leclerc, Intermarché e Carrefour "le consommateur est le roi".
("O dinheiro não cai do céu")
4.12.2011
A curiosidade matou o gato ... não o planner

"…you just have to stay curious the whole time. If you don’t, then you’re dead. If you ever think you have it figured out or if there’s a formula to making a piece of communication, you’re dead."
-- John Norman, CCO The Martin Agency
12.07.2010
"Funil 2.0"


A internet e a tecnologia tornaram-se nos principais agentes de mudança da nossa sociedade.
Como consequência natural (duh!?), os processos de pesquisa, consideração e compra também estão a mudar.
Estará na altura de dizer adeus ao velhinho modelo do "Purchase Funnel" tão caro às Bíblias do marketing!?
10.25.2010
"The Screen Society"
10.14.2010
"(Re)Criar"

O Sr. James Webb Young, o "Y" da Y&R, escreveu um dia no seu afamado "A Technique for Producing Ideas" que criar é basicamente fazer novas combinações de elementos conhecidos. Um flasmob digo eu, mais não é do que uma "manif. sindical" organizada por uma marca, por ex.
A mente dos criativos (e das pessoas em geral) não é uma tabula rasa como preconizada pelo Sr. John Locke no séc. XVII. Sempre que um criativo inicia um processo de geração e criação de ideias, o seu cérebro já está carregadinho de referências, imagens, palavras, emoções ... guardadas ao longo da sua vida.
Este preâmbulo serve para fazer ligação ao recente post publicado pela Brain Pickings onde é debatida precisamente esta questão:
"All creativity builds upon something that existed before" (?)
8.31.2010
8.03.2010
"The daily social me"

O "Eu social": O ecrã tornou-se no novo espelho daquilo que fazemos e daquilo que somos.
6.22.2010
"The Shortcut Society"

Sem tempo a perder. Hoje queremos que nos levem de forma rápida, fácil e directa ao mais variado tipo de informação, conteúdos e conhecimento.
Do Wikipedia ao Google Maps, ao que os nossos amigos andam a ver e a ler (no Facebook ou na Amazon).
Bem-vindos à "Sociedade do atalho".
6.15.2010
"A tecnologia é o meio, não é a mensagem"

Parece um aforismo, cheira a tautologia. Mas não é.
A tecno-paisagem mudou a media-paisagem. Hoje os anunciantes não sabem bem o que funciona: "Há para aí tanta coisa nova".
Com tanta oferta e fragmentação, o que é que realmente funciona?
Qual é a melhor maneira de passar e amplificar uma mensagem (de preferência com o máximo de impacto e o minimo de custo)?
Flashmobs? QR codes? Realidade aumentada? Facebook? Twitter? Aplicações de iPhone? Vídeo viral? Widgets?
Obviamente cada marca terá o seu próprio desafio e objectivos a cumprir. Obviamente cada formato ou canal terá um papel comunicacional específico (ou complementar) a cumprir. Não vou, nem me apetece discorrer sobre isso aqui (até porque está a dar a bola e eu estou sem feeling).
Quero apenas fazer notar que a tecnologia - "as realidades aumentadas da vida" - não devem ser usadas como pretexto de comunicação. Devem sim, sempre, ser usadas em contexto com a mensagem. E mesmo assim são poucos os exemplos interessantes e eficazes.
Fazer códigos QR só por fazer ou dizer que se fez primeiro que os outros, é como o "fogo-de-artifício": Enche os céus, faz barulho. Mas dura e sabe a pouco.




