Quando analisamos este panorama, as marcas nacionais podem ver aqui uma grande oportunidade de crescimento, para não falar que com a crise mundial podemos aproveitar o sentimento de insatisfação com a economia global e canalizá-lo para melhorar a nossa economia...
Este Post vem a propósito do livro de Nigel Hollis (vice-presidente da Millward Brown) -The Global Brand. Neste livro, Niguel mostra que o nível de envolvimento com os consumidores diminui em função do número de países em que a marca actua. Isso acontece, segundo Hollis, em função do fortalecimento das identidades nacionais e regionais, o que garante às marcas locais vantagens consideráveis frente às que são obrigadas a manter um posicionamento simultaneamente relevante para distintos grupos sociais, distintas culturas.Por sua vez, as marcas globais também possuem um grande desafio - a capacidade de se integrarem às culturas locais, adaptando seus produtos e comunicação aos gostos e orçamentos dos consumidores dos países onde actuam.
Não vendo, mas recomendo.
Bom ano 2009.
Mag.
Em situações de disrupção económico-social, de desmoronamneto de valores (ou de guerra), as pessoas voltam-se sempre para o que lhes é familiar, tradicional, local e seguro.
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