Não sei, mas alguém devia explicar isso aos senhores do Pingo Doce. Antes que eles transformem "aquela coisa" num case-study pela recordação e notoriedade alcançadas...
Concordo a 100% com este post! sempre defendi que a questão do "falar bem ou mal, o importante é falar" não é assim tão linear. O Pingo Doce, para dar apenas um exemplo, pode ter atingido níveis de notoriedade nunca antes alcançados mas toda a gente (ou pelo menos a maioria) se lembra "daquela coisa" pelo lado negativo. E não me parece que o objectivo de um anunciante seja o de ser lembrado pela negativa.
Não sei, mas alguém devia explicar isso aos senhores do Pingo Doce. Antes que eles transformem "aquela coisa" num case-study pela recordação e notoriedade alcançadas...
ResponderEliminarverdade de janeiro a janeiro
ResponderEliminarConcordo a 100% com este post! sempre defendi que a questão do "falar bem ou mal, o importante é falar" não é assim tão linear. O Pingo Doce, para dar apenas um exemplo, pode ter atingido níveis de notoriedade nunca antes alcançados mas toda a gente (ou pelo menos a maioria) se lembra "daquela coisa" pelo lado negativo. E não me parece que o objectivo de um anunciante seja o de ser lembrado pela negativa.
ResponderEliminarJá que o caso do Pingo doce é dado como referência pelos comentadores, quem disse que as pessoas não gostam de marca!?
ResponderEliminarInfelizmente há mais casos destes. A Mediamarkt, por exemplo...
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