
E o que diz o "Soft Power survey" 2011/2012 da Monocle, sobre o nosso querido país?
"A newcomer to the rankings, Portugal's soft power has been a saving grace in the aftermath of the recent debt downgrade. Billed as 'Europe's West Coast' by its tourist board, the country should make better use of its sunny climate, first-rate seafood and café culture. With beaches, a wine country and a population more proficient in English that any of its neighbours, mini-Silicon Valley clusters and a movie studios have fertile ground to grow with the right branding mix."
12.30.2011
Portugal no "Soft Power survey"
5.03.2011
"Lovely country"
Bem-vindos a Lovely.
4.06.2010
"The decline of the Western brand"

Interessante artigo sobre o simbolismo das marcas e a sua origem, com especial enfoque para a recente compra da Volvo pelos chineses e como olharão os consumidores doravante para a marca (que deixou de ser sueca).
Diz-nos Stephen Bailey no The Times:
"This is the credibility and respectability the Chinese seek in return for their billion. But their assumption that the Volvo proposition can survive new ownership has yet to be tested (...) technology is easily transferable, meaning is less exportable."
Diz-nos a teoria: O local de origem, de proveniência de um produto é um elemento poderossíssimo que permite às marcas criar associações positivas em termos de imagem, valores e qualidade. Marcas globais como a Nike, IBM, Mattel e a Sony não têm problemas em vender os seus produtos com etiquetas “Made in Vietnam” ou “Made in Thailand”, porque sabem que os consumidores acreditam na promessa e no benefício da marca independentemente do local de fabrico.
A grande diferença está quando para além do país de fabrico, muda também o país de origem. Por ex. se a Toblerone passasse a ser fabricada na China e deixasse de ser uma marca helvética, será que os apreciadores de chocolate iriam percepcionar e valorizar a marca da mesma maneira?
