5.12.2008

"Freeze mob"


[Clique na imagem para ver]

Depois da moda do «flash mob», chega-nos a sua antítese: o «freeze mob».

A Brandia fez o ano passado uma campanha brilhante para a Yorn utilizando a primeira.

Para quando em Portugal uma marca que ouse "congelar" as pessoas na ponte 25 de Abril, por exemplo?

E quando as marcas decidem criar "guiões cinematográficos"

A ideia da Eurostar era criar uma peça de comunicação do tipo 3 em 1: Uma comunicação com maior longevidade que uma campanha de publicidade tradicional, uma forma de promover o serviço de alta velocidade aproveitando ao mesmo tempo para promover a reabertura da estação St. Pancras.

Assim nasceu o filme "Somers Town", uma história sobre a regeneração da zona do norte de Londres e de Kings Cross desde que a Eurostar parte destas regiões com direcção a Bruxelas, Paris ou os Alpes.

Desenvolvida pela Mother Vision (uma nova divisão dedicada ao "branded entertainment" da agência Mother) para a Eurostar, a ideia principal é que todas as marcas que se encontram hoje numa posição de conectar-se ou construir relações com os consumidores o façam de maneiras mais interessantes.

"If we can tell genuinely entertaining stories that are authentic to the brand’s core values then its good news for everyone - brands find an audience, and that audience is entertained."

Via Contagious

BrandTag


A ideia é simples: uma marca é aquilo que as pessoas dizem que é...e as pessoas tendem para a unanimidade.


Bar da Boa

Está na altura de fazermos o 1º planners meeting. Sugiro o "Bar da Boa".

5.09.2008

"Rethink Breast Cancer"

Conhecer Lusitânia


Trata-se de uma exposição... mas acho que vale mesmo a pena dar uma espreitadela no João Sousa Valles, na Rua Gonçalves Zarco!


António Cruz é um jovem com 20 anos e já com ideias bem definidas. Quando ninguém acreditava que seria capaz de percorrer 2300 km de Portugal montado na sua velha vespa, fez acontecer esta exposição de fotografia. A inauguração foi ontem.

O registo fotográfico desta aventura ao estilo "la poderosa" traz-nos Portugal na sua mais profunda essência, um retrato de gentes, costumes e ideias, acompanhado por uma boa guitarra Portuguesa.

5.08.2008

Desencannes


Saiu a lista dos Desenlions 2008, a versão Young Creatives do site Desencannes, aquele site brasileiro que apresenta as melhores "pérolas" da publicidade. Só peças impublicáveis, de gosto para lá de duvidoso, mas com muita piada (um dos criadores do site é um Planner). Acima o Bronze para (Coco) Chanel.

Grun


Guerrilla Gardening :)





"Sad clowns"



Cliente: Buenos Aires Independent Film Festival
Agência: la comunidad, Buenos Aires

5.07.2008

Rock In Rio->Best Seat->VodaFone?!??!

quando o podes ter na palma da tua mão...
a concorrência parece estar forte!

Fuck trends

Há uns anos atrás um amigo meu disse que queria fazer uma t-shirt com a frase Fuck Bob Marley. Esta ideia ficou-me na cabeça, e de facto fazia sentido. O facto de ofendermos abertamente pessoas/ideias que têm algum consenso, dá prazer, é divertido.
A prova de que isto é verdade, é a marca Fuck Yoga.

Todas as modas criam aversões. Há quem só diga mal e há quem faça negócio disso.

Shopper Vs Consumer insighs

"What constitutes a shopper insight? Sometimes people get confused about that and confuse insights with observations or information. Information is really important in running a business, but having trully differentiated insights can take your business to the next level. At Unilever, an insight is a penetrating understanding that can lead to a business-building opportunity. A shopper insight focuses on the process that takes place between that first thought the consumer has about purchasing an item, all the way thought the selection of that item.

How is that different from a consumer insight? A consumer insight refers to all the other aspects that define the relationship between a brand and the consumer. That is, a penetrating understanding of how people are using products and understanding the "need gaps" amongst consumers."

by Lisa Klauser, Vice President Consumer and Customer Soluctions Unilever North America

Via The Hub

Deixem as crianças ser crianças




"Free Range Kids": Let's give our children the freedom we had!

PS:: Porque é que os Sr.s da Skip não patrocinam este blog?

5.06.2008

Coming back is cool

Estive fora de Lisboa por 2 semanas e tava a ler, atrasado, os posts do nosso blog. Bem legais! Pena que perdi os posts de moda do Miguel (ainda bem, se não, teria deitado fora o meu armário), não consegui responder ao Messias (sim, o JCP colocou um post sobre cachorros e eu comentei sobre as tendências do "marketing canino") mas consegui estar a tempo de responder, em parte, a pergunta da Sofia: estava a pensar sobre "What's cool?" e veio-me à mente a pergunta "What's hot?" (sensual, sexy, quente, emoção que vem de dentro). Fiquei com a sensação que o "cool" é bastante assexuado e é algo que está fora de ti - uma emoção que não consegues agarrar, mas queres. Todas as marcas "cool" que me passam pela cabeça têm um bocado deste conceito: Abercrombie, Mini, Apple... e estão sempre a mudar. Lembrei-me de um livro do Bauman que estava a ler (Modernidade Líquida) que fala um pouco da volatidade dos tempos em que vivemos. O "cool" também parece-me líquido e volátil. Um "baumiano". Mas voltei agora, tenho que pensar mais no assunto...

What is cool?

Nao e uma pergunta simples.

Mas gostava de ouvir os vossos pontos de vista (para um projecto em que estou a trabalhar).

Aqui vai alguma inspiracao que achei graca.


Nokia Vs. Apple




Nokia Vs. Apple

John Dodds, fez um interessante post no seu blog Make Marketing History sobre diferenças na experiência de loja.

Aqui estão as conclusões:

The Nokia store is a gallery.

The Apple store is alive.

The Nokia store staff are tech sellers.

The Apple store staff are tech users.

The Nokia store is a place where you browse.

The Apple store is a place where you use.

The Nokia store is about surface.

The Apple store is about corporate DNA.

Na essência, tudo isto seria normal se a Nokia ainda tivesse o mundo dos telemóveis a seus pés... e mal ou bem, os iphones andam aí...

UPS "Whiteboard"





"UPS Whiteboard": O poder da simplicidade da linguagem.

5.02.2008

Dúvida impertinente.



Porque é que nos rotulamos como Planners se a componente mais importante da nossa função é a Estratégia?

5.01.2008

Dito e ouvido



"The most important skill that strategists need to learn in this era is speed. The quality of a strategic answer is now partly determined by the time taken to create it. Slow-baked strategy, no matter how good, can never be great."
-- Guy Murphy, Chairman IPA Strategy Group and Worldwide Planning Director, JWT

Planning: Skill or discipline?

Desculpem este post gigante, mas acho que vale a pena partilhar, e tb ninguem e obrigado a ler...

O tema da reuniao da APG London de anteontem foi “Planning that creates outstandng Content ideas”. No final, reduziu-se a apresentacao de 5 modelos de como o planning pode/deve funcionar no contexto criativo.

Soava bem. Soava a experiencia de um guru em planning. Soou diferente. Soou a Mark Boyd, director criativo na BBH. Um grande corajoso que expos algumas teorias autistas frente a 200 planners convictos.

No inicio, passei-me com a falta de sentido que aquilo tudo estava a fazer. O guru que esperava era mais uma diva disfarcada de gajo porreiro.
No fim, acho que valeu a pena ouvir, assimilar e perceber que o fosso planner – criativo nao e exclusivo de nenhum pais. E que pode dimnuir. Mas tambem aumentar.

Mais vale mostrar os modelos que foram propostos:

1. Pragmatic Planning

O caso que apresentou foi o Audi Channel. http://channel.audi.co.uk/

Explicou que a ideia nasceu logo a seguir a receberem o brief do cliente e que depois os planners se engarregaram de justificar o trabalho ao cliente.
Hum...

2. Planning at pace

A evolucao que propoe tem a ver com o volume de trabalho. “As you planners know, you get to your final work more quickly, we creatives need more time...”

O caso practico que apresentou foi a parceria vodafone – Second life, com o servico “Vodafone Inside Out”, que permite chamadas e SMS entre o mundo real e o virtual.
http://secondlife.vodafone.com/


3. Paralel planning

Com este modelo, explicou, que se eliminan as burocracias e barreiras de receber brief, etc etc.

4. Interactive planning

Nao percebi muito bem este modelo nem como foi aplicado na practica. O caso que apresentou foi uma campanha para pastilhas elasticas, mas como em todos os outros casos, faltou a explicacao de como planning e creativo trabalharam no projecto.



www.cippi.net

5. Creative planning

Por ultimo, falou da forma tradicional, “when the strategic thinking becomes the idea”.

A estrategica neste caso (para a Axe) foi contrariar os novos meios de interaccao onde o cheiro nao e importante: O que a marca devia empurrar era a saida do mundo digital para o mundo real. Get out there, portanto.

Sob esse conceito, a ideia criativa deu a volta para Get in there:



Parece que deixou este ultimo modelo para o final para apaziguar os animos. A verdade e que gajo comecou a conferencia a dizer que queria provocar. E provocou. Ouviu algumas perguntas, algumas bastante ressabiadas, e infelizmente nao conseguiu responder a nenhuma. Tambem nao conseguiu explicar como os modelos funcionaram na practica.
Mas teve coragem. E planteou um desafio:
Planning: Skill or discipline? Como ele disse: os criativos que contrato sao altamente estrategicos...

Soa ameacador. Mas nao assusta. O que assusta e pensar que, mesmo no berco do planning, bons criativos continuem a achar que o planner esta fora do circulo creativo.

Por outro lado, tambem podemos ver isto tudo como uma uma uniao planning – criatividade. Nao soa mal.

Honestamente, ainda tenho muito que perceber neste esquema para ter uma opiniao sobre como as coisas deviam funcionar.
Ou se calhar nem tudo tem que funcionar sempre da mesma forma e estas relacoes podem ser completamente organicas.

Enfim, se alguem tiver mais teorias e casos de exito para contar, adorava ouvir.